Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens

abril 27, 2012

64% dos cristãos usam redes sociais para evangelizar, revela pesquisa inglesa

Por Océlio Gama




De acordo com o Charisma News, uma pesquisa sobre o comportamento cristão on-line revela que evangélicos do Reino Unido usam cada vez mais as redes sociais para compartilhar a fé.
Entre os 700 cristãos entrevistados, 84% concordaram que o espaço on-line foi um enorme espaço de missão, e 64% disseram que usavam redes sociais como o Facebook, Twitter e YouTube.

O estudo mostrou que não apenas os jovens eram alcançados, mas pessoas de todas as faixas de idade. 71% das pessoas postavam links com conteúdo cristão de valor missional, enquanto 73% postavam ou criavam um atalho para o conteúdo de compartilhamento da fé.

No entanto, os jovens têm mais chances de ter amigos não-cristãos e são mais ativos quando compartilham sua fé cristã, respondendo por 87% das pessoas que evangelizam intencionalmente na faixa etária dos 16 aos 18 anos.
Também entre os entrevistados, 79% concordaram que a melhor maneira de evangelizar era através de relacionamentos.

Apesar dos números positivos para as redes sociais, apenas 25% dos entrevistados disseram que sua igreja encorajava a evangelização on-line, enquanto 78% opinaram que as igrejas deveriam ser mais ativas nas redes sociais. Entre os pontos que eles acreditam que incentivariam o uso da internet, seriam mais orações e treinamento das ferramentas para abraçar os canais on-line abertos à igreja.

A pesquisa foi realizada para coincidir com o lançamento do portal yesheis.com, uma nova plataforma de recursos que possibilita que cristãos compartilhem sua fé através da internet.

Fonte: gospel+


janeiro 09, 2012

O que se espera dos jovens de hoje?


Ainda hoje, muitos cristãos entendem que os jovens são a igreja de amanhã, mesmo sendo eles a igreja de hoje. Essa projeção acontece porque se espera dessa geração um envolvimento maior com o evangelho de Cristo, a exemplo dos jovens que compunham as gerações passadas, que fizeram a diferença e se tornaram mola propulsora para o crescimento do Reino. A Bíblia está cheia de jovens que marcaram sua história e que são provas de que Deus faz deles seus instrumentos para transformar o mundo. Certa vez, Paulo disse para um jovem chamado Timóteo: ”Sê um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza”. Os fiéis a que Paulo se refere para que Timóteo fosse um exemplo são os anciãos da igreja primitiva, homens como Crescente, Tito, Marcos e Lucas. O caminho sugerido por Paulo é incomum até mesmo nos dias de hoje. O normal são os mais velhos servirem de exemplo para os mais novos, mas nesta recomendação Paulo inverte o comum e exige do jovem Timóteo o que não se exige dos jovens de hoje: para que sejam referência para as referências. Paulo queria que a vida de Timóteo fosse um exemplo, uma pregação proclamada ainda que calada. Ele quer que Timóteo seja uma pregação viva, uma admoestação aos olhos e não somente aos ouvidos, e faz isso por um único motivo: sabe que existe um potencial enorme para o reino de Deus na vida de um jovem. A história prova que os jovens têm a força. Lutero tinha apenas 31 anos de idade quando as “95 teses” foram afixadas na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg. Calvino tinha apenas 27 anos de idade quando revolucionou a França ao ponto de ter que fugir para Genebra para não ser preso. Moody tinha somente 25 anos quando, em Chicago, sua escola dominical tinha mais de 1000 crianças, fato que chamou a atenção nos EUA ao ponto de o presidente americano Abraham Lincoln visitar a escola. Billy Graham, com 30 anos, já havia pregado para mais de 210 milhões de pessoas em 185 países. Martin Luther King Jr. tinha 26 anos de idade quando liderou um movimento contra a desigualdade racial, foi preso e teve sua casa atacada. Tornou-se também a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz. Deus conta com os jovens, mostra que os jovens podem ser usados. Resta agora que eles se entreguem sem reserva para verem o que Deus pode fazer por meio deles. 

Preparem-se, meus jovens, para se tornarem cada vez mais fracos; preparem-se para mergulhar a níveis cada vez mais baixos de autoestima; preparem-se para a auto aniquilação – e orem para que Deus apresse este processo.” C. H. Spurgeon Fonte: Ultimato Jovem de Alan Corrêa é líder jovem na Igreja Batista Nacional, em São Bernardo (SP) e aluno do 3° ano de teologia pela faculdade FABC.


Quando Orar?


Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal, pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém! Mt 6.9-13

Ao ETERNO nos dirigimos na pessoa do PAI, em nome do FILHO, sob a intercessão do ESPIRITO SANTO. 

Como o ETERNO nos predestinou para ele, para que, por meio do Cristo, fossemos adotados como seus filhos, (Ef 1.5) conclui-se que o ETERNO sempre desejou um relacionamento paternal com os seres humanos. 

Entre nós e a paternidade do ETERNO havia a transgressão, que o sacrifício no templo solucionava temporariamente. Quem de fato deveria morrer era o pecador. Mas, com a morte do pecador a quem a paternidade abraçaria? A menos que fosse possível a alguém morrer como pecador, porém, continuar existir como ser humano. 

Ao ensinar aos seus alunos a chamar o ETERNO de PAI, JESUS anunciava que haveria de solucionar a questão que impedia o ETERNO de nos adotar, por isso nos ensina a orar, ou seja, a entrar no lugar santíssimo, sem nenhuma mediação humana. Meditação: Orar é entrar na presença do ETERNO, no lugar santíssimo, graças a JESUS, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Oração: PAI te sou grato pela paternidade que estendeste a mim, e por saber que desde tempo imemoriais me quiseste como filho. Em nome de JESUS, amém! 

Por: ARIOVALDO RAMOS. 
Fonte: Casa Multicultural



Um protesto ao Protestantismo


Segundo o dicionário Aurélio, protestar significa: “v. tr. 1. Prometer terminantemente, publicamente. 2. Afirmar solenemente. 3. Declarar formalmente que se tem uma coisa por ilegal”.


Com convicção, esses adjetivos estavam presentes e marcaram a história do século XVI onde, culminada com a ação de Martinho Lutero, a voz de inquietação e inconformidade veio à tona e ecoou. A sociedade estava corrompida. Os valores estavam corrompidos. A Igreja estava corrompida. O grito liberado da garganta foi transformado em 95 Teses afixadas por Lutero na Abadia de Westminster em 31 de outubro de 1517, fundamentalmente “Contra o Comércio das Indulgências”. Movido em prol do esclarecimento da verdade, essa “revolução” foi apelidado de Protestantismo, pelo seu protesto contra aquilo que julgava ser incorreto.

Quase quinhentos anos se passaram. O mundo mudou. As pessoas mudaram. Os valores mudaram. A Igreja mudou. O final do século XX e o início do nosso século tem se mostrado como o período negro do movimento protestante. O período inquisitório da Idade Média foi menos prejudicial à Igreja do que o momento atual. No atual momento, os fiéis são ludibriados pelos seus líderes, mas não por terrenos no céu. O auge da Teologia da Prosperidade é marcado por escândalos financeiros nas igrejas, e a promessa de muitos, que enganados por uma falsa expectativa de fortuna na Terra, compram sua esperança de emergência financeira dando muitas vezes mais do que possuem.

Ora, se pudéssemos escolher um destes momentos como o “menos prejudicial”, não seria melhor aquele em que as pessoas eram enganadas por querer o Céu e não a Terra? O Protestantismo atual está cada vez mais recuado. A invasão “mundana” conquista territórios dia após dia. Lobos furiosos, carreiristas, profissionais do púlpito, marqueteiros ardilosos e sutis dilapidam as Escrituras e destronam Cristo do centro da Igreja. O neo-evangelicalismo tornou o culto um produto de consumo, uma terapia de grupo bem remunerada. Há que ser erguer um protesto contra o protestantismo atual!
O ISMO deve ser abolido e o ANTE restaurado. ISMO indica uma relato que aconteceu, mas que virou história. ANTE indica ação a ser realizada no presente. ISMO mostra o que os outros foram e fizeram, ANTE declara a realidade do que somos e faremos. Pode-se ter sido fruto de um protestantismo corrupto, mas se tornar aquele que grita e luta por ser um protestante que não se conforma com o cenário atual é o papel de cada um, porque, afinal, protestante tem que protestar. 

Fonte: Ultimato Jovem por Felipe Heiderich: é graduado em Teologia pela Faculdade Teológica Seminário Unido, escritor, conferencista e pregador.