Ele (DEUS) os levou pelo caminho certo para uma cidade em que pudessem morar. Salmos 107.7
Leia: Êxodo 14.17
janeiro 31, 2012
janeiro 30, 2012
janeiro 28, 2012
Jubaoeste em parceria com a Jubarn, realizará Curso de Capacitação Para Lideres Jovens
No dia 11 de fevereiro
estaremos promovendo na cidade de Apodi um curso para líderes de jovens; esse
curso vem para estimular e capacitar ainda mais nossos jovens para liderança na
obra do Senhor. Assim como no ano passado que obtivemos grandes resultados, esse
ano vai repetir o evento e firmara-lo como evento fixo da JUBAOESTE. O curso
será ministrado pelo irmão Hiran Heber que é o atual presidente da Juventude
Batista do Rio Grande do Norte (JUBARN). O curso será gratuito, basta entrar em
contato e se inscrever. Não deixe de participar.
PARA QUEM VEM DE OUTRAS CIDADE:
ALMOÇO - Self Service R$9,90 (dois tipos de carne)
- Rodízio de carne R$13,90 (prato feito e carne a vontade)
* Churrascaria Espeto de Ouro
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Oferecimento:
CONTATOS: Dacildo Fernandes (Presidente) 9962-4918
Ocelio Gama (Vice-Presidente) 9149-1511
janeiro 17, 2012
Culto em Severiano Melo
Em apoio a 3ª Trans Oeste Batista Potiguar, a igreja Batista do Apodi enviou voluntários para realizarem uma obra missionária na cidade de Severiano Melo, desta feita convidamos a todos para irem Sábado dia 20 desse mês a dar apoio ao trabalho que estar sendo realizado lá sairá carro da Igreja Batista de 18:30 não se atrase, esperamos sua presença!
janeiro 16, 2012
janeiro 10, 2012
Nossa juventude em Missões!

Galera, não vamos esquecer de orar por nossa Radical Recife Ibégna Janara. Há alguns meses ela está na cidade de Recife/PE realizando a obra de nosso Deus. No Projeto Cristolândia, uma iniciativa da Igreja Batista Brasileira, realizam-se: evangelismos, trabalhos sociais, cuidados e muitos amor de Jesus para as pessoas.
Estamos orar por você!
![]() |
Ibégna Janara/Radical Recife |
janeiro 09, 2012
O que se espera dos jovens de hoje?
Ainda hoje,
muitos cristãos entendem que os jovens são a igreja de amanhã, mesmo sendo eles
a igreja de hoje. Essa projeção acontece porque se espera dessa geração um
envolvimento maior com o evangelho de Cristo, a exemplo dos jovens que
compunham as gerações passadas, que fizeram a diferença e se tornaram mola
propulsora para o crescimento do Reino. A Bíblia está cheia de jovens que
marcaram sua história e que são provas de que Deus faz deles seus instrumentos
para transformar o mundo. Certa vez, Paulo disse para um jovem chamado Timóteo:
”Sê um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na
pureza”. Os fiéis a que Paulo se refere para que Timóteo fosse um exemplo são
os anciãos da igreja primitiva, homens como Crescente, Tito, Marcos e Lucas. O
caminho sugerido por Paulo é incomum até mesmo nos dias de hoje. O normal são
os mais velhos servirem de exemplo para os mais novos, mas nesta recomendação
Paulo inverte o comum e exige do jovem Timóteo o que não se exige dos jovens de
hoje: para que sejam referência para as referências. Paulo queria que a vida de
Timóteo fosse um exemplo, uma pregação proclamada ainda que calada. Ele quer
que Timóteo seja uma pregação viva, uma admoestação aos olhos e não somente aos
ouvidos, e faz isso por um único motivo: sabe que existe um potencial enorme
para o reino de Deus na vida de um jovem. A história prova que os jovens têm a
força. Lutero tinha apenas 31 anos de idade quando as “95 teses” foram afixadas
na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg. Calvino tinha apenas 27 anos de
idade quando revolucionou a França ao ponto de ter que fugir para Genebra para
não ser preso. Moody tinha somente 25 anos quando, em Chicago, sua escola
dominical tinha mais de 1000 crianças, fato que chamou a atenção nos EUA ao
ponto de o presidente americano Abraham Lincoln visitar a escola. Billy Graham,
com 30 anos, já havia pregado para mais de 210 milhões de pessoas em 185 países.
Martin Luther King Jr. tinha 26 anos de idade quando liderou um movimento
contra a desigualdade racial, foi preso e teve sua casa atacada. Tornou-se
também a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz. Deus conta com os
jovens, mostra que os jovens podem ser usados. Resta agora que eles se
entreguem sem reserva para verem o que Deus pode fazer por meio deles.
“Preparem-se, meus jovens, para
se tornarem cada vez mais fracos; preparem-se para mergulhar a níveis cada vez
mais baixos de autoestima; preparem-se para a auto aniquilação – e orem para
que Deus apresse este processo.” C. H. Spurgeon Fonte: Ultimato Jovem de Alan Corrêa é líder jovem
na Igreja Batista Nacional, em São Bernardo (SP) e aluno do 3° ano de teologia
pela faculdade FABC.
Quando Orar?
Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que
estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua
vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e
perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos
devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal, pois teu é
o reino, o poder e a glória para sempre. Amém! Mt 6.9-13
Ao ETERNO nos dirigimos na pessoa do PAI, em nome
do FILHO, sob a intercessão do ESPIRITO SANTO.
Como o ETERNO nos predestinou para ele, para que,
por meio do Cristo, fossemos adotados como seus filhos, (Ef 1.5) conclui-se que
o ETERNO sempre desejou um relacionamento paternal com os seres humanos.
Entre nós e a paternidade do ETERNO havia a
transgressão, que o sacrifício no templo solucionava temporariamente. Quem de
fato deveria morrer era o pecador. Mas, com a morte do pecador a quem a
paternidade abraçaria? A menos que fosse possível a alguém morrer como pecador,
porém, continuar existir como ser humano.
Ao ensinar aos seus alunos a chamar o ETERNO de
PAI, JESUS anunciava que haveria de solucionar a questão que impedia o ETERNO
de nos adotar, por isso nos ensina a orar, ou seja, a entrar no lugar
santíssimo, sem nenhuma mediação humana. Meditação: Orar é entrar na presença
do ETERNO, no lugar santíssimo, graças a JESUS, o Cordeiro de Deus que tira o
pecado do mundo. Oração: PAI te sou grato pela paternidade que estendeste a
mim, e por saber que desde tempo imemoriais me quiseste como filho. Em nome de
JESUS, amém!
Por: ARIOVALDO RAMOS.
Fonte: Casa Multicultural
Happy Halloween Day?
"Porque
a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e
potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças
espirituais do mal, nas regiões celestes" (Efésios 6.12).
Será que Halloween é realmente uma festa feliz
("happy")? Ou será que há ocultismo da pesada nas suas origens? Será
que essa festa envolve celebrações fúnebres, consultas aos mortos, louvor à
"divindade" da morte e negociatas com entidades do mundo tenebroso?
Será que é um evento tão ingênuo como se diz?
A origem do Halloween
O calendário da bruxaria resume-se no
relacionamento da "Grande Deusa" (representada pela Lua e que nunca
morre) com seu filho, o "Deus Chifrudo" (representado pelo Sol e que
a cada ano nasce no dia 22 de dezembro e morre no dia 31 de outubro). Na roda
do ano wicca (bruxaria moderna), o dia 31 de outubro é o grande sabá (festa) de
Samhain (pronuncia-se "sou-en"). Nessa época tudo já floresceu e está
perecendo ou adormecendo (no Hemisfério Norte): "O sol se debilita e o
deus está à morte. Oportunamente, chega o ano novo da wicca, corporificando a
fé de que toda morte traz o renascimento através da deusa." O que é
Samhain? É uma palavra de origem celta para designar "O Senhor da
Morte".
Os celtas dedicavam esse último dia de outubro
para celebrar a "Festa dos Mortos". Alto lá! Então, os professores de
inglês, ao desejarem um "Happy Halloween!", estão, na verdade,
desejando um "feliz" Samhain? Ou seja, uma "feliz" festa
dos mortos? Um "feliz" ano novo da bruxaria? Um "feliz" dia
da morte do "Deus Chifrudo"? Se todo esse pacote é oriundo da
religião celta e foi incorporado às doutrinas da bruxaria moderna, então
precisamos conhecer mais sobre os celtas.
Os celtas e o culto aos mortos
O que hoje chamamos de Halloween era o festival
celta de Samhain, o "Deus dos Mortos". É possível rastrear as origens
das tribos celtas até a cultura de Túmulos da Idade do Bronze, que atingiu o
seu apogeu por volta de 1200 a.C. Contudo, os celtas não figuram como povo
distinto e identificável até a época do período de Hallstatt (dos séculos VII a
VI a.C.). Durante o período de Hallstatt, os celtas espalharam-se pela
Grã-Bretanha, Espanha e França. O ano novo deles começava no dia 1º de
novembro.
O festival iniciado na noite anterior
homenageava Samhain, "O Senhor da Morte". Essa celebração marcava o
início da estação de frio (no Hemisfério Norte), com menos períodos de sol e
mais períodos de escuridão. Os celtas acreditavam que durante as festividades
de Samhain, os espíritos dos seus ancestrais sairiam dos campos gelados e dos túmulos
para visitar suas casas e cabanas aquecidas. Os celtas criam que teriam de ser
muito receptivos e agradáveis para com os espíritos, pois os bons espíritos
supostamente protegeriam suas casas contra os maus espíritos durante aqueles
meses de inverno.
Os celtas tinham medo do Samhain. Para
agradar-lhe, os druidas, que eram os sacerdotes celtas, realizavam rituais
macabros. Fogueiras (feitas de carvalhos por acreditarem ser essa uma árvore
sagrada) eram acessas e sacrifícios eram feitos em homenagem aos deuses.
Criminosos, prisioneiros e animais eram queimados vivos em oferenda às
divindades. Os druidas criam que essa era a noite mais propícia para fazer
previsões e adivinhações sobre o futuro. Essa era a única noite do ano onde a
ajuda do "Senhor da Morte" era invocada para tais propósitos.
Um dos rituais para desvendar o futuro consistia
da observação dos restos mortais dos animais e das pessoas sacrificadas. O
formato do fígado do morto, em especial, era estudado para se fazer
prognósticos acerca do novo ano que se iniciava. Essa prática ocultista aparece
no Antigo Testamento sendo realizada pelo rei da Babilônia: "Porque o rei
da Babilônia pára na encruzilhada, na entrada dos dois caminhos, para consultar
os oráculos: sacode as flechas, interroga os ídolos do lar, examina o
fígado" (Ezequiel 21.21).
Os principais símbolos do Halloween
Com a migração dos ingleses, e especialmente dos
irlandeses, para os Estados Unidos, no século XIX, Halloween foi pouco a pouco se
tornando popular na América.
a) "The Jack
O’Lantern" (A Lanterna de Jack)
Esse é o nome daquela abóbora (jerimum, no Norte
e Nordeste) esculpida com uma face demoníaca e iluminada por dentro. Conta-se
uma história de que Jack era um irlandês todo errado, que gostava de aprontar
com todo mundo e chegou a enganar até o próprio Satanás. Quando Jack morreu,
não foi permitida sua entrada no céu, nem no inferno. Satanás jogou para ele
uma vela para iluminar seu caminho pela terra. Jack acendeu a vela e a colocou
dentro de um nabo, fazendo uma lanterna para si. Quando os irlandeses chegaram
aos Estados Unidos, encontram uma carência de nabos e uma abundância de
abóboras. Para manter a tradição durante o Halloween, passaram a utilizar
abóboras no lugar de nabos.
b) "Apple-ducking [bobbing for
apples]" (maçãs boiando)
Esse é o nome de um ritual que foi incorporado
às celebrações de Halloween depois que os celtas foram dominados pelos romanos.
É uma homenagem a Pomona, a deusa dos frutos e das árvores, que era louvada na
época da colheita (novembro). Os antigos geralmente a desenhavam sentada em uma
cesta com frutos e flores. A maçã era uma fruta sagrada para a deusa. Maçãs
ficavam boiando em um barril com água, enquanto as pessoas mergulhavam seu
rosto nela tentando segurá-las com os dentes. Depois faziam adivinhações sobre
o futuro, com base no formato da mordida.
c) "Trick or Treat" (Travessura ou Trato)
Dos 15 aos 19 anos de idade vivi nos estados de
Indiana e do Tennessee vendo a mesma cena se repetir várias vezes na noite de
31 de outubro. Crianças da vizinhança, fantasiadas de vários monstros, batiam à
porta e, ao abrirmos, elas nos indagavam: – "Trick or Treat?". Se
respondêssemos "trick!", elas iniciavam uma série de travessuras como
sujar a grama em frente da casa com papéis e lixo, jogar ovos no terraço, além
de sairem gritando ofensas ingênuas. Respondendo "treat!", nós lhes
dávamos alguns confeitos e elas saíam contentes e felizes em direção à próxima
casa. O que não sabíamos naquela ocasião, mas sei agora, é que aquelas
criancinhas simbolizavam os espíritos dos mortos que supostamente vagueavam
naquela noite procurando realizar maldades (travessuras) ou em busca de bom
acolhimento (bons tratos).
Os celtas deixavam comidas do lado de fora das
casas para agradar os espíritos que passavam. Ao recebermos aquelas criancinhas
ingênuas nas nossas casas, estávamos simbolicamente realizando negociatas com
principados e potestades do mundo tenebroso, da mesma forma que os celtas
faziam na Antigüidade. Algumas pessoas afirmam que a tradição de "trick or
treat" não retrocede aos celtas, sendo mais recente, introduzida pela
Igreja Católica européia no século IX. Na noite anterior ao "Dia de Todos
os Santos" (1º de novembro) alguns mendigos iam de porta em porta
solicitando "soul cakes" (bolos das almas) em troca de rezas pelas
almas dos finados daquela família. Quanto mais bolos recebiam, mais rezas
faziam.
Ainda sim Trick or Treat?
Fonte: Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa
Um protesto ao Protestantismo
Segundo o dicionário Aurélio, protestar significa:
“v. tr. 1. Prometer terminantemente, publicamente. 2. Afirmar solenemente. 3.
Declarar formalmente que se tem uma coisa por ilegal”.
Com convicção, esses adjetivos estavam presentes e
marcaram a história do século XVI onde, culminada com a ação de Martinho
Lutero, a voz de inquietação e inconformidade veio à tona e ecoou. A sociedade
estava corrompida. Os valores estavam corrompidos. A Igreja estava corrompida.
O grito liberado da garganta foi transformado em 95 Teses afixadas por Lutero
na Abadia de Westminster em 31 de outubro de 1517, fundamentalmente “Contra o
Comércio das Indulgências”. Movido em prol do esclarecimento da verdade, essa
“revolução” foi apelidado de Protestantismo, pelo seu protesto contra aquilo
que julgava ser incorreto.
Quase quinhentos anos se passaram. O mundo
mudou. As pessoas mudaram. Os valores mudaram. A Igreja mudou. O final do
século XX e o início do nosso século tem se mostrado como o período negro do
movimento protestante. O período inquisitório da Idade Média foi menos
prejudicial à Igreja do que o momento atual. No atual momento, os fiéis são
ludibriados pelos seus líderes, mas não por terrenos no céu. O auge da Teologia
da Prosperidade é marcado por escândalos financeiros nas igrejas, e a promessa
de muitos, que enganados por uma falsa expectativa de fortuna na Terra, compram
sua esperança de emergência financeira dando muitas vezes mais do que possuem.
Ora, se pudéssemos escolher um destes momentos
como o “menos prejudicial”, não seria melhor aquele em que as pessoas eram
enganadas por querer o Céu e não a Terra? O Protestantismo atual está cada vez
mais recuado. A invasão “mundana” conquista territórios dia após dia. Lobos
furiosos, carreiristas, profissionais do púlpito, marqueteiros ardilosos e
sutis dilapidam as Escrituras e destronam Cristo do centro da Igreja. O
neo-evangelicalismo tornou o culto um produto de consumo, uma terapia de grupo
bem remunerada. Há que ser erguer um protesto contra o protestantismo atual!
O ISMO deve ser abolido e o ANTE restaurado.
ISMO indica uma relato que aconteceu, mas que virou história. ANTE indica ação
a ser realizada no presente. ISMO mostra o que os outros foram e fizeram, ANTE
declara a realidade do que somos e faremos. Pode-se ter sido fruto de um protestantismo
corrupto, mas se tornar aquele que grita e luta por ser um protestante que não
se conforma com o cenário atual é o papel de cada um, porque, afinal,
protestante tem que protestar.
Fonte: Ultimato Jovem por Felipe Heiderich: é
graduado em Teologia pela Faculdade Teológica Seminário Unido, escritor,
conferencista e pregador.
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